5.4.15

Umar-i Khayyām, esse poeta português


Baseado em quadras de Umar-i Khayyām

Quando for afrontado pela hora da morte,
Arrancado pela raiz da esperança da vida,
Do barro, meu abrigo, moldem uma jarra,
Enchendo-a com o vinho, ressuscitarei de novo.

Dos Rubā‘iyat de Umar-i Khayyām, versão de Ha­lima Nai­mova