14.4.18

À atenção de Francisco Vale

Não é coisa usual eu incluir prefácios nos meus livros. Entendo que eles se recomendam como os peregrinos de Santiago, pelas conchas que têm no chapéu e que simbolizam a viagem no sentido supremo, de descoberta, testemunho e redenção. Cada livro é uma peregrinação; não precisa de passaporte e aviso que o distinga e lhe assegure hospitalidade.

[Agustina]