24.1.24

Chama

A determinação de jamais voltar a comprar um livro, tomada depois de ontem olhar em cuidados para as minhas martirizadas estantes, durou exatamente um dia, melhor, uma romagem produtiva a livrarias da Avenida de Roma. Como as dietas que sempre começam no dia seguinte, esta, livresca, também. A partir de hoje não volto a comprar livros. Tão certo — aqui prometo, de palma da mão na chama da vela — como dois e dois serem vinte e dois.

6 comentários:

  1. Soa-me a promessa sem efeito prático. E depois fazia o quê?! Acaso pretende derrotar o actual campeão de xadrez que nem sei se não será um computador. Acredito que os livros lhe dão maior prazer.

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    1. Ad augusta per angusta, lá diriam, e bem, os antigos...

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  2. A tentação é terrível! Não dá para resistir!

    Beijinho, Xilre da letras.

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    1. Os livros surgem à frente e vai-se a fazer o quê: não os ler...?

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  3. Como 2 e 2 são mesmo 22, é certo e sabido que não só comprará mais livros, como até estantes. Digo eu... :)

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    1. Culpado: vários comprados já desde que escrevi esta minudência inconsequente...

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