E a presença em todas as escritas agora daquilo a que chamam inteligência artificial, escritas até de gente que se tem em elevadíssima conta, que publica em páginas de valor, que tem direito a encómios públicos e prebendas várias, é a prova de que estava certo o poeta quando dizia que pensar incomoda como andar à chuva. Decidiram abrigar-se, todos, em simultâneo, num telheiro. Já de tal incómodo estão -- finalmente! -- libertos, leitora.
Libertos... Diria escravos!
ResponderEliminarAndei a "brincar" com a IA e, confesso, assustei-me.
Boa noite, caro Xilre.
Você não me diga isso Xilre! Olhe que eu vou aos arames com essa coisa da IA. Acho uma manigância sem jeito nenhum no que à escrita diz respeito. Uma mentira atravessada de gabarolice parola. Assim talvez um prêt-à-porter das palavras. Uma sociedade que não escreve, que não pensa antes de escrever, fica estúpida (no pior sentido da palavra).
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