Dina Belenko
Quando Dona Patroa, que não me via há semanas, deu uma cotovelada a Dona Yara para se afastar do caminho para a máquina de cimbalinos, para ela, a Lei da Terra, me tirar o café, senti, leitora, senti, como se a Dona me estivesse a oferecer a mim, cliente pródigo por fim regressado, um ramo d’algo, quiçá de boas-vindas, quiçá de flores, quiçá de afetos.
