Assim que me viu entrar, Dona Yara tirou o café como de costume, célere, graciosa. E logo hoje eu não queria café, já vinha com ele tomado. Como dizer que não, cortar a corrente, rejeitar aquilo que busco, fiel do culto ao início de cada dia? Assim, aqui estou eu a tomar a segunda dose no espaço de uma hora, mais desperto do que voltarei a estar em qualquer hora do dia de hoje. Sim, porque o mafarrico deve ter um lugar qualquer guardado para quem deixa uma chávena de bom café ao abandono, e esse lugar eu, leitora, passo a outrem, não creio que seja para mim.