19.2.20

Jacinto

Não sente a leitora também que esta existência em ambiente urbano é só um rito de passagem, uma nesga de tempo, uma fase, e que mais cedo do que mais tarde, é junto ao orvalho matinal nas folhas das árvores, no verde dos campos, longe da azáfama sorumbática das gentes citadinas, que está, na verdade, o lugar que nos pertence?