8.12.21

Esta noite, o meu cérebro acordou antes de mim. Como uma criança travessa que madruga com vontade de brincar, também ele deu largas a uma criatividade efervescente que até a mim, que o conheço há umas décadas, me surpreendeu. Boas, talvez brilhantes, as ideias com que me brindou sem que eu tivesse papel à mão e menos ainda vontade de me levantar para tomar notas. Assim fiquei no limiar do sono, com pânico de perdê-las se adormecesse, até serem horas de oficialmente acordar em dia de semana que não feriado, com o despertador a que hoje tinha dado folga. Debalde, portanto. Duas horas a segurar ideias como se levasse um braçado de ovos: assim foi o meu amanhecer, hoje. E o da leitora, conte-me novas?