Na mesa ao lado, na cafeteria do museu, os pais do pequeno e hiperativo infante, criaram, cada um deles, o seu momento de paz, pintando — eles mesmos — com a meticulosidade de um Monet, os livros de colorir que se destinariam ao pequeno desordeiro, caso ele tivesse a paciência, a intenção ou, simplesmente, o desespero, dos exauridos progenitores.
Há crianças impossíveis; mas o que fará o infante enquanto os pais pintam?! Não me parece solução.
ResponderEliminarVejo, em família, algum desse desespero...como aconteceu?! Não me lembro de ser difícil educar os miúdos...
ResponderEliminarA palavra "cafeteria" soou-me mal, tem algo de snob. Não sei se estou certa/errada, mas sempre disse e escrevi cafetaria.
ResponderEliminarPor outro lado, talvez seja nesse substantivo que percebi - cada pessoa com as suas 'pancas' - o que li. E repito: ceta/errada, não sei e não fui ao dicionário.
Onde vivo, não existe salada, existe selada.
Onde vivo não existe beber, existe boer.
Onde vivo, não existe quase ninguém.