Senhor Augusto é um homem de gostos pacatos, amigo do seu sofá, apreciador da sua aguardente à varanda, de chinelos e pijama de cuidada flanela com riscas em tons de azul e cinzento claro. Dona Ester, a esposa, é mais dada aos treinos diários, em horário pós-laboral, de crossfit no ginásio perto, e às provas de trilho de montanha quando o sábado chega. Eu vou sabendo do trajeto do casamento por indiscrições de amigos comuns. Estou, portanto, bem informado — e admito, aqui, que estou a sonegar informação sobre os mais recentes desenvolvimentos. E a leitora, tem prognósticos?
Como Xilre sonegou informação, "prognósticos só no fim do jogo".
ResponderEliminarPois, eu sei a chave do totoloto, mas não divulgo...
EliminarAfastamento progressivo, infidelidade consentida? Enfadonhos um bocadinho, cada um à sua maneira, juntos até à eternidade? Que não haja sangue nem lágrimas é o que desejo.
ResponderEliminarNunca percebi se foi gradual, ou se já seria assim desde início -- talvez tenha havido, nesse caso, esperanças cruzadas ("ele muda"/"ela muda"). Malhas que a vida tece, difíceis de deslindar.
EliminarCerteza só há uma caro Xilre, é que amores e desamores continuam a ser o prato forte da escrita.
ResponderEliminarBom fim de semana.
Giramos em torno deles como tema de escrita, como a Terra em volta do Sol
EliminarO meu prognóstico é este: é só prestar atenção à letra a qual trouxe em modo tradução para que não haja distrações.
ResponderEliminarhttps://youtu.be/xxS6nrgAseU?is=CzXpHp6c5miIk3ij
Que assim seja.
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