1.5.26

Primeiro

No quintal ao lado, de Dona Almerinda, ao final da tarde do Dia do Trabalhador, ouço uma música conhecida, que não ouvia desde a minha meninice, quando era eu o músico, a da tabuada dos quatro, depois da dos cinco, depois da dos seis, sendo aqui o praticante Menino Rodrigo, neto de Dona, luz radiosa de seus olhos, que ele também é trabalhador e devia estar antes em remanso, o petiz, alvo de exploração intelectual, que não merecia, leitora, logo no dia de hoje.

Sem comentários:

Enviar um comentário