No quintal ao lado, de Dona Almerinda, ao final da tarde do Dia do Trabalhador, ouço uma música conhecida, que não ouvia desde a minha meninice, quando era eu o músico, a da tabuada dos quatro, depois da dos cinco, depois da dos seis, sendo aqui o praticante Menino Rodrigo, neto de Dona, luz radiosa de seus olhos, que ele também é trabalhador e devia estar antes em remanso, o petiz, alvo de exploração intelectual, que não merecia, leitora, logo no dia de hoje.
:)).
ResponderEliminarNão a cantei e como tal não a decorei. Sem perceber o mecanismo é inútil mas percebendo-o memorizar tem a sua utilidade. O menino Rodrigo lá sabe...
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