1.5.26

Primeiro

No quintal ao lado, de Dona Almerinda, ao final da tarde do Dia do Trabalhador, ouço uma música conhecida, que não ouvia desde a minha meninice, quando era eu o músico, a da tabuada dos quatro, depois da dos cinco, depois da dos seis, sendo aqui o praticante Menino Rodrigo, neto de Dona, luz radiosa de seus olhos, que ele também é trabalhador e devia estar antes em remanso, o petiz, alvo de exploração intelectual, que não merecia, leitora, logo no dia de hoje.

4 comentários:

  1. Não a cantei e como tal não a decorei. Sem perceber o mecanismo é inútil mas percebendo-o memorizar tem a sua utilidade. O menino Rodrigo lá sabe...

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    1. A minha grande epifania aos cinco ou seis anos foi descobrir que só precisava de aprender metade do que constava nas tabuadas, porque o resto era o que já tinha aprendido, mas ao contrário. Viva a propriedade comutativa! A preguiça é a mãe do progresso :) Bom fim de semana, CC

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