A cliente à minha frente no supermercado estacou de repente e, na medida das suas limitações de locomoção, começou a dançar -- pouco e devagar, mas com jubilosa convicção -- e a cantar baixinho a música que passava como banda sonora da superfície no final da manhã de domingo.
Talvez seja mais uma minudência inconsequente, como tudo o que aqui se escreve, mas já que o dia de hoje nos subtraiu uma hora, ao menos que nos dê motivos acrescidos para dar graças pelas restantes vinte e três.
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